WORK HARD AND PLAY HARD

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ó I N Ó I S A Q U I T R A V É I S

Um fds de travessias.
No sábado acordamos bem cedo, eu e o Glau, e 6h45´já estávamos pedalando na Serra.
Depois do pedal, transição! Não, não era corrida! Era transição rumo à Itanhaém, onde faríamos a travessia do Rio.
A medalha da prova.

Nadamos, a Claudia, o Glau, e eu, cerca de 1.5mts, rio abaixo. Ficamos aguardando um pouco, pois, o rio ainda estava “enchendo”. Daí, pulamos de uma plataforma, e largamos da água.


A Claudia pulando.

Eu pulando e a Claudia olhando.
Fiquei um pouco apreensiva nesta prova, pois havia muitas recomendações, para não irmos muito para as extremidades, pois era perigoso, para tomarmos cuidado para não passar do pórtico de chegada, pois não teria como voltar, etc...
Então, olhava para frente a cada 6 braçadas, tirando muito o corpo pra fora, para me certificar de que estava indo para a direção certa.
Fechei em com 42 min, mas cheguei inteira, sem dores ou cansaço excessivo.
No final, fiquei em 3º lugar na categoria. Éramos 3 – rsrsrsrs!!!
Cheguei quase 10 minutos atrás da 2ª, a Claudia, companheira de treinos no Sesi, que além de nadar super bem, é a primeira dama da Turma da Bolinha – casada com o professor!!!!!
Caveman!

Turma da Bolinha dominando o pódium 12 anos +!!!

Que situação! Professor Técnico de Triathlon ou sorveteiro...
Pensa que acabou???
Não, domingão, madrugamos de novo, eu e o meu baianinho lindo, que não desiste nunca... (tomara que não desista de mim!!!!)

No carro, trilha sonora:
1- Se você pensa que nóis fomo embora / Nóis enganemo vocês / Fingimo que fumo mas vortemo / ÓI NÓIS AQUI TRÁVEIS. (homenagem ao retorno à Bertioga).
2 - Estávamos ouvindo o acústico MTV do Rappa. Na música “Lado A/Lado B”, o Falcão manda, no começo: “Força/Força/Quando mete o pé na porta é com força”. Pois bem, eu empolgadíssima, fui cantar alto e mandei um “FÔÇA” (sem o R).
AI MEU DEUS, pra que???? O Glaucus ficou o dia inteiro me aloprando: “na prova vc vai fazer FÔÇA?”, “e aí, você fez FÔÇA?”;

Bom, voltemos ao relato esportivo!!

Bertioga. Chegando lá, encontramos a Tati e o Jonny.
Fiz o molha corpo, percebi que o mar estava lisinho, sem correnteza, então, já no aquecimento, comecei a “lembrar” de não tirar o corpo dágua para me localizar, tentar tirar só a cabeça.
Queria fazer um teste, largar forte, junto com as meninas. Esta é uma crítica do Brito, ele acha que eu entro na água muito tranqüila, que as meninas abrem e eu nem comecei a nadar ainda....
Então....
Marquei uma e fui atrás dela até onde consegui, respirando 1 por 1. Fiquei no meio da muvuca por uns 5 minutos. Meu batimento subiu muito e eu já comecei com meus sintomas de asma. Sabia que tinha que desacelerar, voltei a prestar atenção na forma, regular a respiração, não tirar o corpo dágua, fazer a braçada longa, com força.... (FÔÇA – rs).
A maioria abriu, mas eu continuei a nadar com pessoas ao meu lado, até a primeira bóia. Aí vieram os homens da terceira largada.
Comecei a tentar seguir alguns, dei mais um gás, tosse de novo, desacelerei. Não me perdi na volta, porque nadei com muita gente perto.
Pisei na areia com 33 min (o oficial ainda não saiu).
O mais legal foi que o Glau não me passou, ele largou 5 minutos depois de mim, e nos encontramos “na fila” do chip, ele estava umas 4 posições atrás de mim.
Pra mim, este foi um bom parâmetro.

Resumindo o FDS de travessias:
- Me senti mais consciente: no ritmo, na localização, na forma.
- Consegui fazer uma saída forte, usando as golfinhadas, começando a nadar rápido, e “lembrar” da hora de voltar para o ritmo certo, sem quebrar.
- Não senti aquele “prego” no final...
- Não fiquei com aquela sensação comum depois da natação: “que droga, achei que podia ter sido melhor...”; nos dois dias, fiquei com a sensação de que fiz boas provas.


Tá bom que eu sou pequena, mas podia ter caprichano na marcação!

Trio "Nóis trupica mais num cai"
Carol, Glau e Jonny

sexta-feira, 26 de março de 2010

TUTUBARONA


Comecei a nadar por causa do surf.
Uma vez, a professora da academia me convidou para uma competição, disse que eu nadava bem (??????) e que era entre academias, então as competidoras seriam do meu nível.
Como eu tenho mania de achar que eu posso fazer tudo, qualquer coisa mesmo, aceitei. Chegando lá... todas as meninas tinham uma camiseta com estampa de tubarão. Não aquele tubarão amigo, tipo Tutubarão! Era um bicho mau, com aquela foto tirada na hora do bote, a bocona aberta, dando para ver até o brilho dos dentinhos afiados.
Bom, não precisa nem dizer que cheguei por último neste dia.
Passou um tempo, casei, fui nadar perto da casa nova, no Mesc, às 6hs da manhã. Eram poucas as pessoas treinando neste horário, e eu acabava me destacando porque levava a aula a sério, no sentido de ficar nadando, ao invés de conversar e usar a piscina como uma espécie de banheira gigante de hidromassagem.
Resumindo: eu me achava “a nadadora”, e o trauma da competição de natação, a essas alturas, já tinha passado.
O que aconteceu? Um novo surto de “sim, eu posso”! Me inscrevi para a Fuga das Ilhas 2007: comprei uma revista de corrida, vi o anúncio da prova e achei que seria muito bom participar.
Ai meu Deus (de novo): quando cheguei na areia, o Glau me abraçou, como se eu tivesse voltado do Vietnã. Ele achou que eu tinha morrido afogada, porque todos já tinham saído da água, menos eu.
Hoje em dia, no triathlon, a natação é minha maior oportunidade de melhoria.
Eu estou trabalhando duro para provar pra mim mesma que eu posso aprender a nadar.
Aumentei MUITO o tempo dedicado a esta modalidade, e tenho aprendido bastante sobre ritmo e mecânica, mais do que ficar só tentando nadar rápido.
Neste final de semana, tenho 2 travessias!
Estou animada... sou uma Tutubarona.... e um dia eu boto este tubarão para correr!!!!

terça-feira, 23 de março de 2010

MAIS FOTOS DE BERTIOGA

Não conheço este rapaz, mas a foto ilustra bem nossa tentativa de não molhar os pés. Era necessário voar ou ter o dom de andar sobre as águas. Durou só os primeiros km´s.

Eu corro sim!!!!! Estou morrendo......

Qual é o problema??????

segunda-feira, 22 de março de 2010

ATROPELAMENTO + PROVA = AUTOMEDICAÇÃO

Fim de semana agitado!!! Dolorido! Danado de bom!
Sábado saí de madrugada, e às 6h30 já estava pedalando na Serra. Tinha 70 km, e depois natação no clube.
Estava com a máquina e decidi fazer umas fotos, durante o aquecimento.
Apesar de começar super cedo, já havia um pessoal pedalando. A brisa estava gelada, mas o sol prometia esquentar a manhã.


Na minha última volta, quase no portal, depois da “mini ponte”, avistei um grupo de 4 meninos, não eram ciclistas, e estavam naquelas bicicletas estilo BMX. Um deles estava tirando foto com uma mão, com a outra no guidão, pedalando torto, saindo do acostamento. Eu estava
a mais o menos 30 km, já diminuindo, gritando “Esquerda, esquerda, ESQUERDA....SAAAAAIIIIII”, os amigos dele também gritando, eu já no meio da pista, quase na contramão.... blufff, batemos. Eu beijei a roda dele e caí com o lado esquerdo no chão. Susto grande, mas prejuízo pequeno. Manchas roxas pelo corpo todo e uma grande tensão no pescoço e ombros. Que susto, foi minha primeira queda. A bike está bem... bem desalinhada... mas podia ter sido pior.

Quando a adrenalina passou, eu queria matar o menino, que repetia “desculpa moça”, sem parar. O pior foi voltar do portal, com dor, e a bike “nhec nhec; nhec nhec”.
Fui para casa e perdi o treino de natação. Não dava, tinha que levar a bike para consertar, mais compromissos da tarde (passear com minha mãe). O pescoço travado.
O segredo do meu sucesso nos compromissos sociais da tarde? 2 comprimidos de Dorflex.

No domingo, madrugamos novamente, desta vez fomos rumo a Bertioga para fazer o Interpraias 25 km. Eu e o Bitoca no revezamento, 12,5km; Glau e Celso fariam os 25. Chegando lá, encontramos os amigos Ironman´s, Douglas, Liminha e o filho dele.



O dia estava nublado, caiu uma chuvinha, perto da hora da largada, o céu abriu e o mormaço pegou. Lá vamos nós! Acompanhei o Glau e o Celso por alguns metros, até me desvencilhar da pequena muvuca, daí desacelerei, pois eles iriam correr para 4´e pouco, muito forte para mim.


Antes do 2 km, aqueles córregos de água que desembocam no mar, tentei evitar o estrago e consegui molhar um pé só - hahahaha. Bora, bora, “hum... estas marcações de km estão estranhas, melhor não confiar” - corre, corre, passa, passa – “Ai, meu pescoço está travando, maldito moleque” - corre, corre, passa, passa – chegou o retorno do reveza, o PC marca o número, voltando, praticamente sozinha, já que a grande massa seguiu para fazer os 25 km. Desencanei dos canais, já pisava de qualquer jeito, molhando os 2 pés. Mantive o ritmo forte até o km 9, quando dei uma quebrada e subi a média. Cheguei em 1h04´.



O Bitoca saiu para correr, aquela figura.
Enquanto isto, eu estiquei minha canga na areia, bem perto da chegada, e fiquei ali, vendo o povo se matar e esperando meus amigos. Ouvindo um som, que estava muito bom, por sinal. Bob Dylan, Red Hot, Simple Red, uma seqüência de 4 músicas de cada, brisa do mar... de repente... avisto o Glau, super forte, com uns 3 caras atrás. Os caras resolveram atacar a uns 100 mts da chegada. “Vai Glau, não deixa passar, não deixa passar...êêêêê!!!!!”... o Baianinho cruzou a linha de chagada na frente, com 2h04´ (9º lugar na categoria), todo todo. Que orgulho! Depois chegou o Celso, para 2h09´ (11º cat), e então o Bitoca, para 1h12, fechando nosso reveza em 2h16´(11º lugar categoria).
Normalmente, não curto muito corridas de rua. É muita gente, você não consegue fazer seu melhor tempo, pega trânsito para chegar e ir embora, e ainda paga caro por isto $$$$.
Só que ontem, me diverti muito, MUITO MESMO!
A prova não estava muvucada, o pessoal, independente do ritmo, estava disposto a correr (e não desfilar modelitos, tênis e Ipod´s), eu recebi vários incentivos da galera, o reveza estava bem organizado, correr na praia é duro, mas é uma delícia, diferente.
Porém, o que fez a diferença, sem dúvida, foi a compania dos meus amigos/marido:
  • Glau, sempre guerreiro, surpreendeu e fez uma puta prova, com uma chegada muito bonita;
  • Celso, super técnico, mestre da estratégia, mostrando que, uma vez atleta, atleta até morrer;
  • Bitoca, meu parceiro de reveza, garantiu o alto astral da galera logo cedo, além de ter se esforçado para fazer um tempo muito bom.

Ah, e os amigos Ironman´s que encontramos lá.
Legal demais!!!! De repente, ano que vem, volto para fazer os 25 km (UI, deleta isto!)

PS: de tarde, o corpo esfriou, o saldo “atropelamento + prova” pegou.
Como sou legal, vou passar novamente o segredo do meu sucesso: +1 comprimido de Dorflex.
Hum... e bateu um peso na consciência porque não consegui nadar neste fds.
O Vavá vai me matar!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Professora Técnica de Meia Tigela


Ocasionalmente, viro professora técnica de educação física, já que as pessoas me perguntam coisas e pedem dicas sobre corrida, etc...
Respondo tudo na maior responsabilidade, fico feliz com a confiança, mas sempre deixando claro que não sou técnica, nem professora.

Resolvi colocar aqui uma pergunta do Sérgio. Primeiro, quem é ele?
Ele trabalha comigo e tem uma história curiosa em relação à corrida.
Um dia, resolvemos fazer um reveza com o pessoal da empresa, correr a Ayrton Senna no autódromo. Eu fiquei como responsável por formar a equipe, fazer as camisetas, organizar tudo, tudo, tudo.
Precisávamos de 8 pessoas, faltava uma e eu não conseguia encontrá-la, ninguém queria/podia.
Encontrei o Sérgio no café e perguntei se ele queria correr. Ele disse não, pois não estava correndo, não teria muito tempo para se preparar. Aí eu insisti um pouco e falei a palavra mágica: “Vai ser no AUTÓDROMO”. Não precisou falar mais nada, ele disse SIM na hora.
Eu pensei “Ué???”, daí ele contou que é apaixonado por automobilismo, que só andar na pista seria demais para ele, valeria o esforço!!!
A esposa dele, estava com a gente no dia, disse que ele falava para todo mundo “Vou correr no autódromo”, aí as pessoas diziam “Uau!!!”. E ela complementava “Mas é a pé!”... hahahahaha! E assim foi.

Depois disso, ele fez a São Silvestre e agora está inscrito para a de 25KM que acontecerá no dia da Maratona de São Paulo.

Pergunta do Sérgio: “Percebi que conforme melhorei meu rendimento na corrida, meus pés foram detonando cada vez mais rápido!! Além da questão do tênis adequado, tem alguma dica pra minimizar a detonação?? Algum cuidado específico??”

Olha, não sei se dá pra correr 25 sem detonar os pés!!!!
O máximo que corri fora 21, faz tempo, e SIM, meus pés ficaram bem detonados.

O Brito, meu professor, sempre pediu para que eu passasse vaselina nos pés, solicitação que eu nunca acatei, nem senti as conseqüências.
Os shorts são tranqüilos, 5km de corrida, geralmente acaba antes que algum desconforto vire coisa pior.
Já no Internacional, 10k, fui com meu tênis velho de guerra, confortável e meus pés encheram de bolhas. Uma delas, bem grave por sinal, inflamou e tudo mais (acho que terei que passar a acatar os conselhos do professor).

Bom, como não faço distâncias longas, fui atrás do Brito: socooooorro professor!
Segue a resposta:
“Tirando a dúvida da turma (...), realmente pessoas que costumam correr distâncias maiores começam sentir dores no pé, joelho, coluna, o melhor "indique um médico medicina esportiva", (...) vc pode comentar que ele deve andar um pouco descalço para aliviar a tensão dos pés, mas vc não sabe como ele corre e pisa, ou pedir para tentar utilizar uma palmilha de gel. Tênis 1 número a 2 números maior, pois o pé pode inchar durante a corrida e tencionar os tendões e músculos fadigando.
E ele tem que perceber se não está com a famosa tendinite no pé, "fascite plantar".
Acabando as corridas longas, andar descalço na grama ou na areia pode aliviar um pouco a tensão e alongar os dedos do pé, o pé todo panturrilha, quadríceps, glúteo, lombar, e parar de ser autodidata e procure o especialista para indicar a melhor forma de correr. Sério, indique um médico especialista, que ele indica o tênis adequado e solicita os exames, e dá um toque do que mencionei.”.

Olha o Sérgio, tomou bronca do professor... hahahaha... normal!

Complemento Carol: dê uma olhada nas meias, às vezes alguma costura fora do lugar, ou ela um pouco mais larga, pode ser cruel depois de 1h de treino.

terça-feira, 16 de março de 2010

PS 4 - Chuck Norris (e Chuckie V)


Pense em um tédio, em um grande momento de tédio.
Não me refiro àquele dia em que você não tem nada interessante para fazer, mas sim aquele dia em que NADA parece interessante: nem ir ao Playcenter, nem jantar com o Dalai Lama, nem ir à praia, NADA!
Idem àquela música: “leio um jornal que é de ontem pois pra mim tanto faz” (Biquíni cavadão – UAAAAU!).
Eu estava em um dia assim, e fui parar no blog do Chuckie V.
O tédio sumiu, me diverti muito. Devorei o conteúdo nos dias seguintes (veja, ai do lado tem um link). Desde então, ele virou uma espécie de amigo imaginário. Vou pular a apresentação “técnica” do cara.
Abaixo, uma descrição da pessoa, por ela mesma:
(não vou traduzir pois irá perder a graça, ele usa alguns slogans esportivos, músicas, bandas...)

“(…)You see, I am an all-or-none guy. I live life with gusto. (…)I kick ass and take names, (…). I just do it.(...). I believe that impossible is nothing, and then some. I make onions cry. If you're a boat, I will rock you. (…) I have a tattoo of a tattoo being tattooed on me. (…) I am public enemy number seven or eight, though it could be nineteenth (I don't keep track). I rage against the machine, (…)! I eat the rich with plasticware and then s(p)(h)it 'em both out. (…) I possess the eye of the tiger, (…) God and CHUCK NORRIS both ask my advice. (…). I do crossword puzzles in pen. (…). I sleep in my talk. I am the devil's advocate's advocate. (…). My to-do list was done at birth. (…) I learned my lesson, because I taught it. (…)”
Fonte: Blog Chuckie V – Post: All or None, de 13.02.2009


É ou não é uma figura????? Eu quero crescer para poder fazer palavras cruzadas de caneta!!!!! E quero também chegar num ponto onde eu, por me levar tão a sério, vou dormir durante minha própria fala. Roooonc!

Brincadeiras à parte, ele não é meu amigo imaginário, ele existe, é técnico de triathlon e têm idéias muito legais, tanto as técnicas (dicas de treino, provas, livros, etc), quanto as mais filosóficas (sobre estilo de vida, sobre “a cena” do esporte e seus personagens).

Ah, e não é arrogante. A auto-descrição acima, é uma crítica bem humorada para aqueles que gostam de desafia-lo pela sua peculiar forma de viver (pelo menos eu entendi assim).

Eu já incorporei no meu dia a dia uma expressão dele, CHUCK NORRIS, para designar tudo o que faço, não só no esporte, com muita vontade, com “sangue no olho”.

Olha outro exemplo aplicado desta expressão (tradução livre):

Para saber se você está mesmo cansado ou com preguiça de treinar:
…Como eu dormi na noite anterior? Bem, mal ou feio?
…Qual meu estado de fadiga? Não tão ruim, ruim ou feio?
…O quão motivado eu estou hoje? Nada, um pouco, como CHUCK NORRIS?
…Qual é o nível de dor (estar dolorido)? Alto, baixo, não consigo nem falar.
… Qual meu nível de stress? Feroz, brando, doidão (tipo emaconhado)?
…O quanto eu quero atingir meus objetivos?
…Pular o treino de hoje vai impedir (ou ajudar) meu progresso?
…Eu sou um atleta compulsivo?
Fonte: Blog Chuckie V – Post: Structure: The Mind vs. the Body, de 17.04.2009

quarta-feira, 10 de março de 2010

BLOCO


Triathlon Sesc Caiobá

Foto: Fernanda Paradizo

Fonte: blog Fernanda Paradizo (acesso via Webrun)