Eu achei que era muuuuuito ferradona porque subi a serrinha de São Pedro no volantão!!
Juvenil eu...
terça-feira, 3 de setembro de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
PASSARINHO QUER DANÇAR!!!
Semana 3
Miguel Dia 13 – Vovô veio passar a manhã conosco. Fiquei
bonzinho pra ele ver como sou legal!
Carol Dia 13 – Passou um pouco a adrenalina e euforia dos
primeiros dias, e mesmo assim estou muito feliz. Agora é certeza, é muito bom
mesmo! Almoço de domingo, pé na jaca total, muito macarrão, muito pudim de
leite, muito chocolate.
Carol dia 14 – Miguel teve sua primeira crise “séria” de
cólica. Senti-me muito culpada (por coincidência, ele ficou bem ruim depois de
ter me alimentado muito mal). Parei com leite e derivados.
Miguel dia 15 – Dia de médico, engordei 200g em 1 semana e
já estou com 3.600 kg. Sou um mamador federado, caminhando para o profissional.
Miguel Dia 16: mãe, quantas vezes vou ter que te dizer - não
gosto de banho, eu gosto é de mamar!!!!
Carol Dia 16 – Passarinho (Miguel), não dorme não, vai
começar o jogo do Djoko! (US Open adiccted!!!)
Miguel Dia 16 – Cheirei a teta da minha mãe e desmaiei, não
deu tempo de mamar. Que sono!!! Que cena!!!
Miguel Dia 17 – Minha vovó veio me dar tchau no trocador.
Fiz xixi nela... que só percebeu quando minha mãe avisou. Ela ainda
disse “O que aconteceu???”. Minha mãe riu de rolar no chão, eu fiz uma cara de “ué??”.
(The Osbournes total...)
Miguel Dia 18: são 5hs da manhã e meu pai desenterrou um
grande sucesso musical de Gugu Liberato. Minha esperança era minha mãe
neutralizar o ataque inimigo, mas ela foi para o lado negro da força e
engrossou o coro: passarinho quer dançar, o rabicho balançar... Tchu tchu tchu
tchu!!!
Carol Dia 18 – Fui pra rua, voando até o mercadinho comprar
umas coisinhas. Estranho dirigir, muito bom ir para rua, ruim ficar longe do
meu mosquitinho preto.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
É MELHOR DO QUE TRIATHLON!!
Diário Miguel e Carol – Primeira Semana!!
Miguel Dia 1 – fui para quarto no colinho da minha mãe. Nem eu
nem ela tomamos banho.... sem frescura, ainda com o suor do esforço e da
vontade de nos vermos pela primeira vez.
Carol Dia 2 – estou boba, sem palavras. Só penso “por que não
fiz isto antes??”
Miguel Dia 3 – sobrevivemos graças ao diploma de
escoteirismo avançado e sobrevivência na selva de minha mãe. Ah.... E ao
climatizador da Tia Tati.
Carol Dia 4 – Vovó Janete
não desanimou e veio nos ajudar neste sábado
frio. Miguel está padrão (zero um) no seu esquema dorme, come, faz coco. Ganhou
de presente seu primeiro brinquedo top.
Miguel Dia 5 – papai esta cada dia mais a vontade com minha presença.
Hoje dancei forro e adormeci nos seus braços.
Miguel Dia 6 – Mamãe pensou isto antes, mas hoje teve
coragem de confessar em público para uma amiga – “eh melhor do que triathlon”.
Carol Dia 6 - ouvi e lembrei de vc filho!
"(...)E a pupila acesa do seu olho disse "love"
Bem, se não for amor eu cegue
Bem, se não for amor eu fico
Eu sigo, sigo, sigo, eu fico cego por ti"
Se Não For Amor, Eu Cegue - Lenine/Lula Queiroga
"(...)E a pupila acesa do seu olho disse "love"
Bem, se não for amor eu cegue
Bem, se não for amor eu fico
Eu sigo, sigo, sigo, eu fico cego por ti"
Se Não For Amor, Eu Cegue - Lenine/Lula Queiroga
Miguel Dia 7 – acordei de madrugada para treinar. Meia noite
e eu me exercitando na almofada de amamentação. Estica mãozinha, estica
pezinho. Geme geme uhhhhhh. Geme geme ahhhhhh. Mamãe olhando boba – de sono.
Miguel Dia 8 – mamãe pensou isto antes, mas hoje teve
coragem de confessar para Vovó Janete: não queria que eu crescesse, me queria
sempre assim, pequenino no meu colo. Ouvimos Rush baixinho e ela chorou
de mansinho....“Summer's going fast, the nights growing colder / Children
growing up, old friends growing older / Freeze this moment a little bit longer
/ Make each sensation a little bit stronger” – Time Stand Still - Rush
quarta-feira, 1 de maio de 2013
9 MESES: PREPARAÇÃO PARA PRÓXIMA PROVA!
Início de texto com o principal chavão deste blog (e de
tantos outros): estou sumida, são muitos compromissos e pouco tempo para
escrever. É... acho que estava com pouco
tempo para escrever. Pouca vontade também.
Segundo chavão: todo mundo é feliz no mundo virtual, mas eu,
durante este período, não estava assim, como dizer, tão feliz. Parecer feliz para
os outros, definitivamente, não me preocupa. Talvez eu estivesse muito vulnerável,
sem saber por onde começar, como escrever tantas dúvidas e preocupações no
blog. Introspectiva também.
Passei o 2º semestre de 2012 com treinos soltos, sem
planilha e sem provas, o que já não
rende tantos posts, principalmente em um blog cujo tema central é o triathlon.
Estava em fase de pré-projeto.
Terminei o ano já com o “GO”, o tiro de canhão para o meu
maior projeto: meu primeiro filho.
Eh... este é meu novo desafio, minha nova prova, meu novo
projeto.
Eram férias de final de ano e eu e o Glaucus resolvemos fugir de tudo e de todos, passar as festas sem festas, “isolados” no
interior. Estávamos cansados, depois de
um ano de muito trabalho e muitos conflitos, queríamos recarregar as energias,
parar mesmo, ter um tempo só para nós, transar bastante (segura a sacanagem aí gente
– era para procriação!!!!).
Na mala de viagem, roupas, bike, cachorro, ração de cachorro
e alguns apetrechos triatléticos. Claro, a nossa rotina de “descarrego” incluía
treinar.
Junto levei também um teste de gravidez, que decidi usar no
dia de Natal, logo que acordei. Minha menstruação estava atrasada, mas estava
segurando a onda (quem tentou ou está tentando engravidar sabe como é).
Positivo, eeeeba! Beijos, beijos, beijos, felicidades e
emoção!
E também fim de treinos de final de ano (a bike só foi
passear de carro, não rodou 1 diazinho).
Fim de treinos até Março.
Sim, foi exatamente o que pensei, não vou ser hipócrita. Estava
mentalmente preparada para este tempo off, mas senti aquele “ai” no meu
coração. A eterna batalha mente e coração. Eu quero tudo, bebê, marido,
triathlon, trabalho, família, estudo. Mas quando não dá para ter tudo, o jeito
é acalmar o coração, e ir mais pela razão.
Estou quase no sexto mês e, até então, está sendo uma montanha
russa, cheia de emoções, altos e baixos, tristezas e alegrias.
Muito enjôo; um amor indescritível no 1º ultrasom
morfológico; a falta de chão depois de um sangramento e a constatação de um
descolamento; repouso absoluto; volta ao trabalho em slow motion; novos ultrasons
mostrando melhora do problema; descoberta do sexo do bebê (menino!!!! Miguel!!!);
estudo (voltei a estudar); médica que fará mestrado na época do parto; busca
por outro médico; encontrar outro médico; hipotiroidismo... enfim, muitas
coisas!
A verdade é que mundo não vai parar durante minha gravidez.
As coisas continuam acontecendo, boas e más.
Durante o repouso médico solicitado, não pude ser poupada dos problemas
e “apurrinhamentos” da vida. Simples assim!
Ficar calma, tranqüila, é um exercício que deve ser feito
com dedicação, mas é ilusão achar que o mundo vai ficar cor de rosa porque você
está esperando um filho. Não vai. Das duas, uma. Ou as pessoas vão esconder as
coisas de você, e será igual sua festa de casamento: depois de meses vc ouvirá
um monte de histórias que não viu, como se a festa não fosse a sua e vc não
estivesse estado lá. Ou você tem que arrumar uma maneira melhor de lidar com tudo,
contar até 10, dizer “isto não me pertence”, fechar os olhinhos e abraçar o Buda (meu
entendimento de ficar zen é este, bem simplinho, desculpem pela falta de
espiritualidade!!!!).
Durante esta pausa eu passei por vales negros em minha
mente, mas saí mais forte, e com a certeza de que quero ter meu filho, já o amo
muito e não quero “envenená-lo” durante a gestação, nem com emoções, nem com
ações.
Quem gosta de Senhor dos Anéis, entrei maga cinza, sai maga
branca.
E sabe Deus o que mais me espera até o final.
Na minha fantasia, a essa altura, o blog estaria repleto de
histórias de treinos e gravidez, mas os treinos... ah, treino não vai... as ATIVIDADES
FÍSICAS (é difícil viu....!!) ainda estavam proicbídas até semana passada. Agora estou liberada para esportes aquáticos
(natação e hidro), e será só isto até o final.
Vai ser muito engraçado arrumar a mala para fazer hidro, mas
confesso que não vejo a hora!
PS: texto dedicado ao Ticano, que passou as férias conosco
andando no mato e comendo manga do chão. Já estava doentinho e morreu em
Janeiro. Ticano, vc foi um cachorro maravilhoso, temos certeza que vc está em um lugar melhor, correndo muito e sem
dor!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
MÁSCARA
A dor pergunta: “preciso fazer isto?”.
Primeiro, sussurrando baixinho, com medo de perguntar.
Depois, ao ver que não foi prontamente atendida, aos
berros.
Máscara... em qual km a sua cai?
domingo, 18 de novembro de 2012
ERREI
“ERRAR É HUMANO, MAS A SENSAÇÃO É DIVINA” (anônimo)
A regra. A lei. A ordem. Burlar às vezes é divertido, às vezes
é delicioso mas, às vezes, o resultado não é nada mais do que um nó cego no
peito, um aperto que não te deixa pensar ou dormir. Paranoia (com amor e com
medo). Que merda.
Tem coisa que dá errado e te faz buscar outra direção.
Tem coisa que dá errado e te faz pensar “parem o mundo que
eu quero descer”.
Tem coisa que dá errado e vc dá risada, se diverte.
Tem coisa que dá errado e é um desastre mesmo!
Erramos quando temos medo de buscar nosso lugar ao sol.
Erramos quando reagimos para a vida com ódio e
ressentimento.
Erramos quando mortificamos e ferramos nossos corpos.
Erramos quando queremos parecer bem e não cuidamos para
estar bem.
Erramos quando deixamos de lado nossa criatividade e espontaneidade.
Erramos quando não temos disposição para a luta.
Erramos quando não temos esperança.
Erramos quando lamentamos o fracasso mais do que o tempo que
nos cabe esta lamentação.
Erramos quando não arriscamos, não nos aventuramos.
Erramos quando não sabemos o que é bom para nós, o que
funciona.
Erramos quando não pensamos no outro.
“Errar é covardia” (Nietzsche), quando se sabe o que é certo
e verdadeiro, MAS, pelo prazer ou para levar algum tipo de vantagem, erramos
mesmo assim.
Erramos por ignorância ou por rebeldia? Precisamos
de um plano B, ou erraremos por ficar sem rumo.
Pode ser só um acidente de percurso. Pode ser uma cagada homérica.
Ô mundo errante.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
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